Saiba como funciona o Minha Casa Minha Vida e as principais regras

Conseguir comprar um imóvel para sair do aluguel é mais do que um sonho: é um grande desafio. Isso porque essa é uma aquisição que exige muito planejamento e também muito dinheiro. Para ajudar na empreitada, existe o programa habitacional Minha Casa Minha Vida, do governo federal. É uma forma de ajudar a população no financiamento de imóveis e na aplicação de juros mais baixos. Mas como funciona o Minha Casa Minha Vida?

Para ajudar você a entender a dinâmica do benefício e conhecer melhor as regras e os requisitos do programa, preparamos este post. Ficou curioso? Então continue a leitura e planeje-se para a compra da sua casa!

Como funciona o Minha Casa Minha Vida

O programa habitacional busca facilitar a compra de um imóvel de quatro formas, dependendo da faixa de renda familiar total. O benefício pode ser por meio de ajuda no valor de entrada, também chamada de subsídio, taxas de juros menores que as praticadas comumente ou redução do valor do seguro cobrado pelos financiamentos.

As regras foram alteradas em 2017, sendo possível, hoje, que uma família com renda bruta mensal de até R$ 9 mil esteja apta a participar. Lembre-se de que devem estar incluídos os ganhos de todos os familiares, não somente do titular do cadastro no Minha Casa Minha Vida.

Veja as faixas atendidas.

Faixa 1: renda até R$ 1800

Famílias que fazem parte dessa faixa de renda podem ter até 90% do valor do imóvel pago pelo governo. A regra é que as parcelas não comprometam mais do que 10% da receita familiar.

Faixa 1,5: renda até R$ 2600

Quem atende a esse requisito pode comprar uma casa ou apartamento com taxa de juros de R$ 5% ao ano. O subsídio na entrada pode ser de até R$ 47,5 mil.

Faixa 2: renda até R$ 4 mil

Para essas pessoas o subsídio pode ser de até R$ 29 mil. O financiamento é feito com taxas de juros de 5,5% a 7% ao ano.

Faixa 3: renda até R$ 9 mil

Embora essas famílias não recebam subsídio para ajuda do pagamento, elas podem utilizar o saldo do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater no financiamento. As taxas de juros chegam ao máximo de 9,16%.

Outras regras de participação

Além da renda bruta familiar, existem outros requisitos para que o cadastro no programa Minha Casa Minha Vida seja aprovado.

Uma delas exige que titulares das faixas 1,5, 2 e 3 não estejam com o nome incluído nos serviços de proteção ao crédito. Isso quer dizer que inadimplentes devem regularizar a situação antes de realizar o cadastro.

Também não é possível ser aprovado caso o proponente tenha um imóvel de sua propriedade, já que a iniciativa existe para ajudar a população a conquistar a casa própria. Pessoas que receberam benefícios de outros programas habitacionais também terão a proposta negada.

Além disso, é importante que o imóvel seja utilizado para moradia e que tenha um valor dentro do limite estabelecido pelo governo.

Agora que você entendeu como funciona o Minha Casa Minha Vida, que tal começar a preparar a papelada para ficar mais perto do seu sonho? Aproveite e compartilhe este post em suas redes sociais para ajudar outros amigos que têm o mesmo objetivo!

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