Tipos de financiamento imobiliário: quais as principais diferenças?

Quando alguém pensa em comprar um imóvel , um dos itens que devem estar em mente são os tipos de financiamentos imobiliários disponíveis e qual deles se enquadra melhor no seu orçamento, planejamento de vida e perfil.  O financiamento imobiliário é uma saída para quem não dispõe do montante necessário para comprar um imóvel à vista.

Para ajudar os leitores a tomar esse tipo de decisão importante, relacionamos abaixo os principais tipos de financiamentos e suas diferenças. Leia com atenção e veja qual pode ser melhor para realizar o seu sonho da casa própria!

Quais tipos de financiamento imobiliário existem?

Atualmente, no Brasil, é possível obter um financiamento imobiliário através de dois sistemas regulamentados pelo Banco Central do Brasil: o Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

Ambos têm regras que precisam ser cumpridas para receber o financiamento. Vamos contar agora como cada um desses sistemas funciona, e veja em qual deles você se encaixa melhor.

Sistema Financeiro de Habitação (SFH)

O Sistema Financeiro de Habitação (SFH) é garantido pelos depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), feitos por empregadores, que descontam direto do salário de seus funcionários, ou por autônomos, que realizam seus depósitos. Esse dinheiro deve ser usado para custear as aposentadorias brasileiras, mas também pode ser usado pelos titulares das contas para a aquisição de imóveis. Esse sistema também utiliza dinheiro depositado nas contas poupança no país.

Algumas regras devem ser observadas antes de se candidatar a um empréstimo no SFH: no Sudeste e no Distrito Federal, o imóvel deve custar menos de R$ 950 mil; em outros estados do Brasil, o limite é de R$ 800 mil. Apesar desse limite de valor, o máximo que o futuro proprietário consegue financiar com o SFH é até R$ 760 mil. Se o imóvel passar desse valor, será preciso completar com outras fontes de financiamento, como empréstimos.

A dívida precisa ser quitada em até 35 anos, e o valor da parcela não pode ultrapassar 30% da renda bruta do contratante. As taxas de juros vão até 12% ao ano, e somente pessoas físicas podem adquirir imóveis nesse sistema. Quem contribui para o FGTS pode usá-lo, após três anos de contribuição, para pagar parcelas do financiamento.

Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)

Já o SFI funciona melhor para quem não consegue atender a todos os requisitos do SFH, como, por exemplo, quem deseja comprar um imóvel mais caro do que o teto do SFH ou quer pagar parcelas mais altas do que o outro tipo de financiamento. Nesse sistema, o valor financiado através dos bancos pode chegar até a 90% do valor do imóvel, e não há exigência de valor máximo do imóvel.

O Sistema de Financiamento Imobiliário também admite a compra por pessoa jurídica, e não utiliza o valor do FGTS depositado para amortizar a dívida caso o comprador seja assalariado com carteira assinada. Quem já é proprietário de um imóvel registrado em seu nome, pode também comprar um segundo imóvel utilizando o SFI.

Agora, depois de analisar os dois tipos de financiamento imobiliário, você pode avaliar qual deles se enquadra melhor em seu orçamento.

Caso ainda tenha alguma dúvida sobre como proceder para usufruir de um dos modelos de financiamento imobiliário, entre em contato com a Metropolis Imóveis, que tem profissionais capacitados para ajudar você nesse importante passo da sua vida!

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