Taxa de financiamento de imóveis: entenda quais são as principais

O financiamento imobiliário é a melhor escolha para quem tem o sonho de comprar uma casa própria. Mesmo sendo uma dívida que dura em média entre 10 e 15 anos, financiar facilita bastante o pagamento. Mas você sabe do que é composta a taxa de financiamento de imóveis e quanto ela custa? Essa taxa pode oscilar de banco para banco, então cabe ao consumidor comparar os preços e escolher o mais barato. Além disso, existe a chance de negociar e conseguir um desconto ainda maior no seu financiamento, o que é ótimo! Confira agora do que são compostas os juros e quais são os valores oferecidos em cada banco. Boa leitura!

Do que são compostas as taxas de juros?

Os juros são compostos essencialmente por dois fragmentos. Primeiramente, temos spread bancário e em seguida o custo operacional. O spread é um termo originário do inglês que, quando traduzido, significa espalhar. Basicamente, trata-se da diferença entre o custo do dinheiro para o banco (ou seja, quanto ele paga a fim de captar aquele valor) e o percentual cobrada de quem faz o empréstimo — no caso, a taxa de financiamento de imóveis. Por outro lado, temos o custo operacional, que é determinado em função da origem dos recursos que foram usados no financiamento, como, por exemplo, a Caderneta de Poupança e o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Qual é a taxa de financiamento de imóveis nos principais bancos?

Cada instituição oferece uma proposta diferente, afinal, elas têm liberdade para definir esse percentual. Sendo assim, conheça a taxa de financiamento de imóveis cobrada por cada um dos cinco principais bancos brasileiros de modo a descobrir onde fazer o empréstimo ideal. O Santander, mais barato, oferece um juros anual de 9,49%, enquanto a Caixa, o Bradesco e o Itaú cobram percentuais próximos: respectivamente, 10,48% + Taxa Referencial (TR), 10,50% e 10,90% ao ano. São opções menos econômicas mas, ainda assim, acessíveis. Na outra ponta, a taxa de financiamento de imóveis mais cara atualmente é a do Banco do Brasil. A instituição cobra o percentual de 11,48% ao ano, um valor muito acima dos outros, especialmente se considerarmos os efeitos dos juros compostos, não é verdade?

É possível reduzir esses percentuais?

Sim, mesmo após optar por um banco que tenha o custo e as condições ideais para você, existe a chance de pagar menos no financiamento do seu imóvel. Isto porque é possível conversar com quem está fazendo a venda e negociar, por exemplo, um valor menor, o que resultará em redução nos custos do empréstimo. Além disso, planejando-se bem e guardando dinheiro, você conseguirá dar uma boa entrada e, do mesmo modo, diminuir o valor a ser financiado.

Como descobrir o custo total do financiamento?

Encontrar a menor taxa de juros é importante, mas você também deve se preocupar com o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento imobiliário, afinal de contas, ninguém quer ser pego de surpresa na hora de assinar o contrato, não é verdade? O CET é um percentual que representa a soma do financiamento com os impostos devidos — algumas vezes, o banco mais econômico perde a vaga para outro quando se compara os custos totais. Fique de olho: toda instituição bancária é obrigada a informar esse valor aos seus clientes! E, por fim, lembre-se que a taxa de financiamento de imóveis praticada por cada banco pode variar ao longo do tempo, sendo assim, é importante verificar junto às instituições na hora de comprar a sua casa ou apartamento, combinado? Agora que você aprendeu um pouco mais sobre financiamento imobiliário, aprenda como funciona e quais são as vantagens de fazer investimentos em imóveis!

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